<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474</id><updated>2011-07-31T08:03:28.307+01:00</updated><title type='text'>Interface: Uma revista sobre e para movimentos sociais</title><subtitle type='html'>Revista virtual multilingue, global e de acesso livre e gratuito, produzida por participantes de movimentos sociais e intelectuais activistas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>rkm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp2.blogger.com/_WWYveRtoZBA/R7bC0vyoWOI/AAAAAAAAAKs/fDVrGnwBsEI/S220/rkmSunShineCoast.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-9007404044525266112</id><published>2010-02-13T22:14:00.004Z</published><updated>2010-02-13T22:20:24.703Z</updated><title type='text'>Chamada de Artigos - Número 4: Vozes da Dissidência</title><content type='html'>&lt;em&gt;Interface: Uma Revista Sobre e Para Movimentos Sociais
&lt;/em&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;Chamada de Artigos - Número 4:
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;Vozes da Dissidência. Ativistas engajados na criação de uma Mídia Alternativa, Autônoma, Radical e Independente.&lt;/strong&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Interface é uma nova revista semestral produzida por ativistas e
acadêmicos de todo o mundo, em resposta ao desenvolvimento e maior
visibilidade dos movimentos sociais nos últimos anos &amp;shy; e a imensa
quantidade de conhecimento gerado nesse processo. Este conhecimento é
criado através do globo, e em muitos contextos e uma variedade de
formas, e constitui um recurso extremamente valioso para o
desenvolvimento dos movimentos sociais. Interface responde a esta
necessidade, como uma ferramenta para ajudar os nossos movimentos a
aprender com as lutas uns dos outros, através do desenvolvimento de
análises e conhecimento que permitem que as lições a serem aprendidas,
a partir de processos de circulação e experiências específicas, sejam
traduzidas de uma forma útil para outros movimentos.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Agradecemos contribuições dos participantes dos movimentos e
acadêmicos que estão desenvolvendo teoria e pesquisa relevantes sobre
movimentos. Nosso objetivo é incluir material que possa ser usado em
uma variedade de maneiras por movimentos &amp;shy; em termos do seu conteúdo,
sua linguagem, sua finalidade e sua forma. Estamos à procura de
trabalhos em uma variedade de formatos diferentes, tais como artigos
convencionais, ensaios de revisão, discussões e entrevistas, notas de
ação, notas de ensino, documentos importantes e de análise, resenhas
de livros - e mais além. Ambos os ativistas e acadêmicos são pares nas
contribuições da pesquisa de revisão, e outros materiais editados com
simpatia pelos seus pares. O processo editorial em geral será
orientado para ajudar os autores a encontrar formas de expressar a sua
compreensão, para que todos possam ser ouvidos através de distâncias
geográficas, sociais e políticas.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A nossa quarta edição, a ser publicada em novembro de 2010, terá
espaço para artigos gerais sobre todos os aspectos da compreensão dos
movimentos sociais, bem como uma seção especial temática sobre Vozes
da Dissidência. Ativista engajados na criação de Mídias Alternativas,
Autônomas, Radicais e Independentes.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nas últimas décadas, tem havido uma quantidade considerável de
publicações de ativistas e acadêmicos em meios de comunicação
alternativos, radicais, autônomos e independentes. Tendo em mente o
amplo leque de alternativas, radicais, autônomas e locais
independentes dos meios de produção e consumo, este número da
interface tem a intenção de abranger o conhecimento crítico sobre a
mídia e as práticas desenvolvidas nos contextos dos movimentos sociais
em todo o mundo. O principal objetivo da nossa revista é contribuir
para o desenvolvimento do conhecimento "de e para" movimentos sociais
e promover o diálogo entre os participantes do movimento e
pesquisadores externos. Assim, pedimos contribuições que são capazes
de atravessar a separação entre o movimento e o meio acadêmico ao
abordar o tema das mídias alternativas nas sociedades contemporâneas,
sublinhando os desafios teóricos e práticos que o desenvolvimento de
meios alternativos representam hoje em dia. Em particular, temos que
incentivar as contribuições a explorar algumas questões cruciais que
podem desenvolver a literatura acadêmica e ativista sobre a mídia
alternativa, independente, radical e autônoma.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Um tema crucial está relacionado, por exemplo, ao simbólico e aos
locais de materiais e locais do ambiente de mídia, onde os meios de
comunicação alternativos se desenvolvem hoje: por exemplo, qual é a
natureza das interações entre uma plataforma on-line sem fins
lucrativos orientada como o Facebook e as mensagens alternativas da
mídia que se espalham e se diluem? Esta e outras questões semelhantes
no campo permanecem sem resposta. A proliferação de dispositivos
tecnológicos baratos e fáceis de usar torna mais fácil para todos que
participam numa manifestação gravar e, em seguida, espalhar a
demonstração em si. Seria interessante explorar o impacto dessas
práticas cada vez mais comuns e o papel do ‘mídia-ativismo’. Com o
florescimento e difusão de tecnologias de informação e comunicação, em
especial os profissionais de mídia ativista e muitos acadêmicos
progressistas têm se concentrado na utilização dessas novas
tecnologias nos movimentos sociais. Alternativa, radical, a mídia
autônoma e independente, no entanto, ainda é produzida e difundida,
usando uma variedade de diferentes tecnologias - da imprensa à
Internet para as estações de transmissão rudimentar. Existem rádios
comunitárias e revistas radicais, televisões de rua e adesivos
alternativos. Eles freqüentemente se entrelaçam e produzem espaços
híbridos de comunicação capazes de continuar a explorar o mundo. Em
suma, algumas das questões que gostaríamos de abordar são:
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Quais os lugares e sítios no ambiente da mídia onde a mídia
alternativa pode se desenvolver hoje?
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Será que ainda faz sentido falar de "ativistas de mídia" em um
ambiente saturado de tecnologia? Quem são os ativistas da mídia atual
e, mais amplamente falando, quem são os profissionais de mídia
alternativa e como eles são ligados a diferentes movimentos sociais?

&lt;br&gt;&lt;br&gt;
- Como a mídia tradicional (rádio, revistas, televisão, imprensa) é
utilizada como meio alternativo de comunicação hoje em dia? Há casos
de convergência das mídias a este respeito? Quais os efeitos que isso
tem sobre as práticas de comunicação dos movimentos sociais
existentes?
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Quais são os desafios, problemas e questões que a mídia alternativa
tem gerado e ainda pode levantar no meio dos movimentos sociais?
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- As mídias alternativas apresentam um contexto de gênero neutro? Ou,
são práticas alternativas de mídia embutidas no mesmo discurso
patriarcal que envolve os principais canais de mídia?
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Os critérios técnicos e as lógicas de produção de mídia podem
necessariamente se impor a longo prazo sobre as questões de processos
de produção alternativos e as tentativas para tratar a mídia como a
voz dos povos em luta?
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nós particularmente, encorajamos a submissão de artigos provenientes
de atividades práticas-críticas e compromissados com os meios de
circulação. São bem vindas especialmente as notas de “ação”, “notas de
ensino”, entrevistas de ativistas e bons elementos práticos que podem
ajudar aos ativistas de mídia a aprender uns com os outros em suas
lutas. Esta lista de perguntas não é exaustiva, mas é meramente
concebida como um conjunto de temas possíveis. Outras perspectivas
sobre mídias alternativas são bem-vindas e encorajadas.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Para mais detalhes sobre Interface, consulte o nosso site em
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/" eudora="AUTOURL"&gt;http://www.interfacejournal.net/&lt;/a&gt;, especialmente as “Orientações para aos contribuintes”. O prazo para a apresentação inicial para este número
(vol. 2 n º. 2, a ser publicada 1 de novembro de 2010) é 1 de maio de2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-9007404044525266112?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/9007404044525266112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/9007404044525266112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2010/02/chamada-de-artigos-numero-4-vozes-da.html' title='Chamada de Artigos - Número 4: Vozes da Dissidência'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-7375095255593666334</id><published>2009-12-15T21:34:00.000Z</published><updated>2009-12-15T21:35:12.085Z</updated><title type='text'>Convite à apresentação de comunicações: Número 3</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;CRISES, MOVIMENTOS SOCIAIS E TRANSFORMAÇÕES REVOLUCIONÁRIAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;


&lt;hr /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
A Interface é uma nova publicação que sai duas vezes por ano, elaborada por activistas e académicos de todo o mundo e que pretende dar resposta ao desenvolvimento e crescente visibilidade dos movimentos sociais dos últimos anos – e o vasto conhecimento gerado nesse processo. Este conhecimento é criado em todo o mundo, em contextos diversos e de diversas formas, e constitui um recurso extremamente valioso para um desenvolvimento mais profundo dos movimentos sociais. A Interface pretende responder a esta necessidade, funcionando como instrumento para ajudar os movimentos sociais a aprender com as lutas de cada um, através da análise e do conhecimento dos movimentos específicos, constituindo assim um modelo útil para outros movimentos sociais. Convidamos à submissão de apresentações por parte dos participantes nesses movimentos e dos académicos que estão actualmente a desenvolver importantes teorias e investigação relevante nesta área. O nosso objectivo consiste na recolha e compilação de material que possa ser utilizado pelos movimentos de diversas formas – em termos de conteúdo, de linguagem, de objectivos e de forma. Procuramos trabalhos que poderão revestir formatos diversos – artigos de jornal, dissertações académicas, ensaios, entrevistas, apontamentos académicos, críticas de revistas, etc. Os artigos de pesquisa são revistos por academicos e activistas, enquanto que o outro material é revisto por colegas que partilhem o mesmo tipo de actividades ou interesses que os autores. Em termos gerais, o processo editorial vai no sentido de ajudar os autores a encontrar formas de expressarem e de transmitirem o seu pensamento e conhecimento para que todos possamos ser ouvidos apesar das distâncias geográficas, sociais e políticas.



O número 3 desta publicação, a sair em Maio de 2010, pretende constituir um espaço para artigos gerais que abordem os aspectos que nos facilitam a compreensão sobre os movimentos sociais, mas também haverá espaço para uma secção temática específica sobre crises, movimentos sociais e transformações revolucionárias.



CRISES, MOVIMENTOS SOCIAIS E TRANSFORMAÇÕES REVOLUCIONÁRIAS



&lt;em&gt;“Em cada país o processo ocorre de forma diferente apesar de o conteúdo ser o mesmo. E o conteúdo consiste na crise da hegemonia da classe governante, e sucede por uma de duas razões, ou porque a classe governante não cumpriu algum dos compromissos politicos mais relevantes para o qual tinha obtido o apoio das massas … ou porque as grandes massas … passaram, subitamente, de um estado de passividade política para um um estado activo, e começaram a fazer exigências que, tomadas no seu conjunto, embora não formuladas de forma orgânica, desencadearam uma revolução. Fala-se de uma “crise de autoridade”: trata-se precisamente de uma crise de hegemonia, ou da crise do Estado.
&lt;/em&gt;



Assim escreveu o revolucionário italiano Antonio Gramsci por detrás das grades da prisão de Mussolini, nas suas famosas Notas intituladas “Estado e Sociedade Civil”. As suas palavras descrevem de forma exemplar a trajectória das crises na História moderna, como períodos da História em que a engrenagem do crescimento económico e da expansão entra em colapso, em que as lealdades políticas se rompem, e, fundamentalmente, quando as classes governantes se vêem confrontadas com movimentos populares que já não aceitam os termos da governação, e que procuram criar uma ordem social alternativa. O confronto entre os projectos da classe governante e os movimentos populares que estão no centro de qualquer “crise de hegemonia” gera processos de mudança ao nível económico, social e político – trata-se de reformas que têm a marca da exigência popular, e também podem constituir mudanças que reflectem a implementação dos projectos das elites. Contudo, ainda mais importante, as crises constituem também momentos em que os movimentos e os grupos sociais subalternos são capazes de alargar os limites do que eles previamente julgavam alcançável, de forma a exercerem efectivamente uma mudança progressiva – é nesta dinâmica que reside o despoletar das transformações revolucionárias.



O próprio Gramsci testemunhou, organizou e escreveu durante o colapso do capitalismo liberal e da democracia burguesa na primeira década de 1900 até aos anos trinta. Foi uma conjuntura em que a tendência de estagnação do capitalismo esteve na origem das atrocidades cometidas na Primeira Guerra Mundial, e da Grande Depressão. Os movimentos de trabalhadores e os povos colonizados ameaçaram o domínio do capital e os impérios - novos e velhos -, da mesma forma que as elites adoptaram estratégias repressivas, como o fascismo, numa tentativa de manter o seu poder.



Hoje, os movimentos sociais vêem-se obrigados, mais uma vez, a organizarem-se e a mobilizarem-se num contexto de crise económica de proporções semelhantes à testemunhada por Gramsci, e uma crise política que se aprofunda. A crise actual teve origem no mercado da habitação dos Estados Unidos, revelando uma complexa rede de dívidas e de activos tóxicos cujos tentáculos atingiram toda a economia global. Esta crise, para além da destruição do capital fictício, despoletou o colapso da produção e do comércio no mundo industrializado, empurrando para a margem da sociedade milhões de famílias de trabalhadores. E, longe de ter sido única, esta crise constitui a mais recente e a mais dramática de uma série de colapsos que se iniciaram com a queda do mercado de valores em 1987, a recessão crónica da outrora poderosa economia japonesa, o colapso financeiro asiático em 1997 e a ruptura da “bolha” &lt;a href="http://dot.com/"&gt;dot.com&lt;/a&gt;.



A conjuntura actual põe em causa os fundamentos do projecto neoliberal defendido pelas elites e pelas instituições internacionais nos últimos trinta anos. Ao inverter as vitórias obtidas pelos movimentos populares no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o neoliberalismo transferiu, em grande escala, a riqueza das classes populares para as elites. O projecto neoliberal de privatização do sector público e de mercantilização dos bens públicos, de redução do Estado Social, de promoção de cortes nos impostos para os ricos, de manipulação de crises económicas a Sul e de desregulamentação dos mercados financeiros mundiais, fortaleceu-se durante as décadas de oitenta e de noventa.



Como previsto por Gramsci, as políticas neoliberais reduziram gradualmente as concessões materiais e destruiram o consenso social. Na actual conjuntura as elites políticas falharam no compromisso para o qual necessitavam da aprovação popular e, em consequência disso, as massas populares passaram da passividade política à actividade política.



Desde meados da década de noventa que temos vindo a verificar o crescimento, em larga escala, dos movimentos populares em diversas partes do globo, juntamente com uma série de situações revolucionárias ou transformações em vários países, bem como níveis sem precedentes de coordenação internacional e de construção de alianças entre movimentos e desafios directos lançados não só às estruturas de poder nacional mas também ao poder global. Os momentos mais emocionantes desta actividade ocorreram com a ascensão dos Zapatistas no México, as guerras pela água na Bolívia, e com os protestos nas ruas de Seattle. Ao nível global, verificamos uma irrupção da contestação concretizada na oposição às guerras no Afeganistão e no Iraque lideradas pelos Estados Unidos. Em termos claros, a mobilização contra a última invasão constituiu o maior protesto político alguma vez ocorrido, levando mesmo o “New York Times” a chamar ao movimento anti-guerra o “segundo super poder mundial”.



Cada país tem os seus próprios movimentos e uma forma específica de combater o projecto neoliberal. Tem-se observado que estas campanhas, iniciativas e movimentos não constituem actos isolados, mas fazem antes parte de um movimento global mais vasto de luta contra esse projecto. Estes acontecimentos e movimentos têm sido objecto de grande análise no mundo académico a par de um debate alargado e profundo no seio dos próprios movimentos sociais.



Neste número da Interface, incentivamos a apresentação de contribuições que visem analisar a relação entre as crises, os movimentos sociais e as transformações revolucionárias em geral, e o carácter específico da presente crise e de que forma os movimentos sociais que ocorrem em diferentes regiões do globo responderam à crise em particular. Algumas das questões que gostaríamos de ver exploradas são as seguintes:



- Quais as características da actual crise económica e política, que papel devem desempenhar os movimentos sociais na dinâmica da crise, e que comparação pode ser feita com a economia política dos anteriores ciclos de crises e de lutas?



- Que papel tem sido assumido pelos movimentos sociais em momentos de crise na História moderna recente, e que lições podem receber os movimentos populares actuais dessas experiências?



- Que tipo de mudanças qualitativas/quantitativas em termos de mobilização popular poderemos nós esperar de uma "onda revolucionária"?



- Serão as crises – e, em particular, a crise actual – caracterizadas por uma concorrência importante entre os diferentes tipos de movimentos? De que forma poderá essa concorrência prejudicar a capacidade para efectivar uma mudança radical?



- A que objectivos se propõem os próprios movimentos sociais num contexto de crise e que tipos de movimentos são teórica e historicamente capazes de fundar uma sociedade transformada?



- Quais os tipos de critérios de sucesso adoptados pelos activistas em termos de formas de mudança que os movimentos sociais podem atingir na presente conjuntura?



- Pode uma transformação revolucionária ser realizada nos dias de hoje? É a revolução um objectivo no seio dos movimentos sociais actuais?



- Quais as características das estratégias coercivas adoptadas pelas elites quando a sua hegemonia é posta em causa?



- De que forma têm respondido as elites à crise actual em termos de coacção e de consentimento? Têm as elites neoliberais sido bem sucedidas na tentativa de restabelecimento da sua legitimidade e na de retirada de legitimidade aos seus opositores?



- Estaremos nós a assistir a propostas de hegemonia por parte das elites fora da esfera de domínio do neoliberalismo do Atlântico?



- De que forma a coacção nas suas diversas vertentes está a ter impacto nos movimentos sociais actuais e na política da justiça global?



A data limite para submissão de apresentações é 1 de Janeiro de 2010.



Caso pretenda submeter um artigo, por favor contactar o editor respectivo. Poderá aceder à nossa publicação e obter mais informações em &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/"&gt;http://www.interfacejournal.net/&lt;/a&gt;.



A Interface é uma publicação que aposta e incentiva a diversidade linguística, pelo que aceitamos apresentações redigidas em Africânder, Catalão, Croato, Dinamarquês, Inglês, Francês, Alemão, Húngaro, Italiano, Maltês, Norueguês, Português, Romeno, Russo, Sérvio, Espanhol, Sueco, Turco e Zulu. Estamos a mover esforços no sentido de ter os recursos adequados que nos permitam aceitar candidaturas em outras línguas, mas neste momento ainda não estamos em condições de o garantir.



Incentivamos activistas e académicos que queiram fazer parte da Interface, em particular, grupos africanos, sul-asiáticos, da América latina de expressão espanhola, da Europa de Leste e Central, do Mundo árabe, da Oceania e da América do Norte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-7375095255593666334?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/7375095255593666334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/7375095255593666334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/10/convite-apresentacao-de-comunicacoes.html' title='Convite à apresentação de comunicações: Número 3'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-3978201076838541016</id><published>2009-12-15T21:28:00.002Z</published><updated>2009-12-15T21:31:44.819Z</updated><title type='text'>Público-Alvo</title><content type='html'>O &lt;em&gt;Interface&lt;/em&gt; objetiva alcançar um público composto de pesquisadores de movimentos sociais, ativistas-pesquisadores que combinam academia e militância e “intelectuais orgânicos” que trabalham em movimentos sociais. Além disto, o &lt;em&gt;Interface&lt;/em&gt; pretende alcançar ativistas que atuam em atividades organizativas ou “técnicas” no interior de movimentos sociais, como também outros tipos de participantes. Ainda, o &lt;em&gt;Interface&lt;/em&gt; espera atingir um público leigo que, apesar de não estar diretamente envolvido com movimentos sociais, tem um interesse em investigar por si próprio as dinâmicas inerentes a estes movimentos.

Sendo um periódico multilíngüe de acesso livre, nós pretendemos alcançar aqueles movimentos sociais e ativistas que normalmente tem difícil acesso para publicar pesquisas sobre suas atividades nos movimentos, devido a barreiras lingüísticas, dificuldades materiais, isolamento geográfico ou o simples fato deles não compartilharem a linguagem acadêmica que é normalmente utilizada nas principais pesquisas de movimentos sociais.

Nós não objetivamos produzir teoria “pura” sobre movimentos sociais e ativismo em geral, nem desejamos propiciar meramente considerações descritivas de protesto, de políticas preventivas, redes de ativistas, educação crítica ou envolvimento em políticas participativas. Ao invés disso, coadunando com a linha do paradigma da “teoria-centrada-no movimento” proposta por autores como Bevington &amp;amp; Dixon (2005), nós desejamos contribuir para os movimentos, difundir os resultados de suas ações, teorizar a partir da práxis de fatores que afetam as dinâmicas organizacionais, as estratégias e os resultados da atividade de movimentos sociais.

Por propor uma articulação entre academia e ativismo, o Interface objetiva alcançar um publico maior do que aquele normalmente direcionado pelos principais periódicos em pesquisa sobre movimentos sociais.

Como nós desejamos encorajar o envolvimento ativo de uma maior quantidade e variedade de pessoas e organizações possíveis, nós esperamos que pessoas que achem o periódico útil também se torne um contribuidor ativo e compartilha seus próprios aprendizados conosco e com cada um dos outros contribuidores.

&lt;strong&gt;Junte-se a nós!&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;
Nós estamos procurando pesquisadores ativistas, seja em contextos de movimento ou academicos, que estejam engajados no desenvolvimento de conhecimentos de e para movimentos sociais e que estejam interessados em trabalhar conosco para desenvolver este projeto.
Nós estamos também procurando por teóricos, ativistas e acadêmicos que podem não estar interessados em se envolverem de maneira direta, mas que estão dispostos a fazer parte do conselho editorial e revisar artigos, sugerir direcionamentos, etc.

Nós estamos trabalhando na construção de contatos com possíveis grupos regionais além daqueles que já existem, recrutando consultores editoriais de grupos existentes e atraindo fundos para suporte técnico e de tradução. Todas as sugestões e oferecimento de apoio será muito bem recebida.

&lt;strong&gt;Contato&lt;/strong&gt;

Se você está interessado neste projeto e deseja participar, por favor &lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html"&gt;entre em contato com o editor&lt;/a&gt;. Você pode também participar do periódico através do &lt;a href="http://groups.google.com/group/globaljournalproject"&gt;grupo Google &lt;/a&gt;enviando uma breve introdução sobre você e sobre seus interesses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-3978201076838541016?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3978201076838541016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3978201076838541016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/12/publico-alvo.html' title='Público-Alvo'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-9111190087111318159</id><published>2009-03-04T11:11:00.000Z</published><updated>2009-03-04T11:12:22.608Z</updated><title type='text'>Interface número um</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Editorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Laurence Cox / Cristina Flesher Fominaya, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Movement knowledge.What do we know, how do we create knowledge and what do we do with it?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/issue-one-editorial-movement-knowledge.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/editorial.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Artigos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Mayo Fuster Morell,&lt;br&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Action research: mapping the nexus of research and political action. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/activist-research-methodologies_9685.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Fuster.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Budd L Hall,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A river of life: learning and environmental social movements. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/river-of-life-learning-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Hall.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Sandra Maria Gadelha de Carvalho / José Ernandi Mendes,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Extensão universitária: compromisso social, resistência e produção de conhecimentos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/extenso-universitaria-compromisso.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/MendesCarvalho.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Ilse Scherer-Warren,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Redes para a (re)territorialização de espaços de conflito: os casos do MST e MTST no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/redes-para-reterritorializao-de-espaos.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/SchererWarren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Antonio Pedro Dores,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Movimentos sociais existem?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/movimentos-sociais-existem.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Dores.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;
Notas operacionais, notas para formação e ensino, notas de pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Michael Duckett,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Wor diary”: a case of DIY alternative history (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/wor-diary-case-of-diy-alternative.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Duckett.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Süreyyya Evren&lt;/span&gt;,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alternative publishing experiences in Istanbul (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/alternative-publishing-experiences-in.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Evren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Caspar Davis,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Creative democracy: wisdom councils at work (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/creative-democracy-wisdom-councils-at.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Davis.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Alejandrina Reyes,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;La sistematización de experiencias y la vision emergente en el hecho educativo (nota para formação e ensino)&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/venezuelan-intervention.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Reyes.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Recensões críticas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
David Landy,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The mirror stage of movement intellectuals? Jewish criticism of Israel and its relationship to a developing social movement (review essay). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/mirror-stage-of-movement-intellectuals.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Landy.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Fergal Finnegan,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Janet Conway, Praxis and politics(book review).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/book-review-janet-conway-praxis-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Finnegan.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Assuntos gerais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Proposta de colaboração, edição número dois&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/02/call-for-papers-sociedade-civil-vs.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/CFP.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Lista de &lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html"&gt;contactos editoriais&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Lista de &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/some-of-our-advisors-and-editors.html"&gt;participantes no colectivo editorial&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Buscamos &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/new-participants-welcome.html"&gt;novos colaboradores&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Buscamos&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/looking-for-it-activist-allies.html"&gt;novos colaboradores na área&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-9111190087111318159?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/9111190087111318159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/9111190087111318159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/03/interface-numero-um.html' title='Interface número um'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-642647135911660245</id><published>2009-03-04T11:04:00.002Z</published><updated>2009-03-04T11:10:37.047Z</updated><title type='text'>Instruções para potenciais colaboradores</title><content type='html'>&lt;p&gt;Agradecemos sua contribuição para o &lt;em&gt;Interface&lt;/em&gt;: um periódico global para e sobre os movimentos sociais. Abaixo seguem algumas orientações para ajudá-lo no desenvolvimento e submissão de seus manuscritos.. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Temáticas e Público
&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Interface tem como tema básico os Movimentos Sociais, considerados em sua abrangência e complexidade. Entende-se aqui os movimentos sociais desde  organizações comunitárias até experiências políticas de  grupos de teatro radical e partidos políticos, passando pela mobilização de grupos de vizinhança e outros. Nosso foco centra-se mais na compreensão dos movimentos sociais por eles mesmos do que propriamente nas lutas que eles mobilizam contra adversários ou nas idéias sobre o tipo de mundo que eles gostariam de construir (tópicos já bastante cobertos em outras revistas).
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós, editores, entendemos os movimentos sociais como elementos centrais na produção do conhecimento e estamos interessados particularmente em refletir e dar suporte a estas experiências, de forma a criar espaços para relatos de pesquisas, reflexões sobre teorias e processos educacionais produzidos pelos movimentos sociais e incentivar o diálogo entre trabalhos acadêmicos  e práticas de militância nestes movimentos (obviamente reconhecemos que estas fronteiras não são fixas e que muitas pessoas estão engajadas em ambas atividades).
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós entendemos que o nosso publico é formado tanto por ativistas e intelectuais engajados como por pessoas que querem refletir sobre suas próprias práticas: pessoas que entendem que suas ações têm efeitos sobre o mundo (tanto como ativistas quanto como pesquisadores) e pessoas que estão motivadas a refletir sobre suas próprias práticas (sobre o que elas fazem no interior dos movimentos sociais, ou na utilização de sua produção acadêmica pelos ativistas), bem como pessoas que não estão no momento em nenhuma destas experiências mas que estão interessadas em discutir questões desta natureza. 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando for submeter um texto para o  Interface, desejamos que tenha em mente estas duas ênfases: engajamento e reflexão. O editor que trabalhará com você, o encorajará para que você torne explícita em seu texto a relevância do mesmo para a prática dos movimentos sociais (como pode este texto colaborar para as pessoas que estão dentro dos movimentos sociais desenvolverem suas práticas?), bem como a desenvolver uma reflexão analítica sobre estas mesmas práticas. 
 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Comunicação e Tradução
&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A principal proposta deste projeto é estabelecer uma melhor comunicação e tradução do conhecimento que vem sendo produzido pelos e sobre os movimentos sociais. Atualmente, a maior parte do conhecimento produzido no interior dos movimentos permanece restrito aos indivíduos ou organizações destes mesmos movimentos ou então é produzido com uma linguagem política e acadêmica que acaba tornando este conhecimento inacessível para pessoas engajadas em outros movimentos ou pessoas de diferentes tradições políticas. Ainda pode ser observado, que muitos dos trabalhos e escritos acadêmicos sobre os movimentos sociais nem sempre são produzidos com o objetivo de serem comunicados para pessoas de diferentes disciplinas, deixando assim os militantes e pessoas que utilizam distintas linguagens teóricas com menos acesso a este debate.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando for submeter um texto para o Interface você deve ter consciência de sua própria linguagem (seja política, acadêmica ou ambas): cada pessoa possui uma linguagem e o Interface não pretende que os escritores deste periódico falem na linguagem do outro. O que esperamos é que os escritores tentem se comunicar com suas próprias palavras, com sua própria linguagem, de uma maneira clara e compreensível para pessoas com experiências práticas diferentes das suas (por exemplo, diferentes países ou continentes, diferentes movimentos, diferentes problemas) e para pessoas que possuem uma formação disciplinar, teórica ou política distinta da sua. Mais uma vez, o editor estará presente, trabalhando com você para potencializar este objetivo no seu próprio texto.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalmente, é importante dizer que as linguagens que nós utilizamos se constituem freqüentemente como barreiras para a comunicação. Por esta razão, o Interface trabalha com um número de colaboradores regionais/lingüísticos. Assim, você deve submeter seu artigo para um destes subgrupos de colaboradores e trabalhar com o editor apropriado. Quando seu texto for aceito para publicação, com as devidas mudanças feitas, nós o publicaremos exatamente na língua em que ele foi submetido. Esperamos, no futuro, desenvolver nosso próprio serviço de tradução; mas no momento, estamos felizes em aceitar traduções de artigos publicados em qualquer das línguas aceitas neste periódico.

&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tipos de artigos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"Peer-reviewed" / Revisado por pares
&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;Estes são artigos que são submetidos “cegamente” (isto é, com uma página separada com identificação dos autores) e eles serão revisados por um consultor “ativista” e um consultor “acadêmico” que sejam familiarizados com o campo (significa que em cada caso alguém competente e próximo do campo fará a revisão de cada artigo submetido como um ativista ou como um acadêmico, mesmo que desempenhem outras funções). Este é um processo particularmente rigoroso que funciona como uma forma de controle de qualidade (produzindo artigos representativos) e como uma ferramenta que encoraja a reelaboração e reescrita do texto. Este processo de revisão colabora com o desenvolvimento de um tipo de comunicação global a qual este periódico pretende ter como objetivo. Artigos produzidos através deste processo tem um status particular importante para certos tipos de escritores, particularmente, mas não só, para escritores acadêmicos. Os seguintes tipos de produção serão revisados por pares:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Artigos convencionais de periódicos (8 a 12 mil palavras). Estes são entendidos como contribuições originais para teorias, práticas e pesquisa e que sejam de interesse tanto de pesquisadores como de militantes em outros movimentos e situações. Espera-se que eles possuam um alto nível intelectual e sejam bem escritos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Ensaios de Revisão (6 a 8 mil palavras). São textos de revisão geral sobre literaturas particulares (ativistas e/ou acadêmicas), experiências particulares de movimentos sociais, tradições teóricas particulares e etc. São introduzidas por especialistas naquele assunto, no intuito de beneficiar ativistas e pesquisadores ainda não familiarizados com a área em questão.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros tipos de submissão podem ser adicionados a esta categoria.

&lt;strong&gt;"Non-peer reviewed" / Não revisado por pares
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este tipo de material, pela sua natureza, não é apropriado para o processo de revisão por pares (peer-review). Desse modo, o processo aqui descrito envolve uma comunicação direta entre o autor e o editor, sendo que, frequentemente, o editor solicitará revisões no texto com o objetivo de fazer com que o material seja mais adequado para o periódico e útil para os leitores. Inicialmente, os seguintes tipos de materiais são esperados nesta categoria:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Revisão de Livros (1 a 2 mil palavras): São revisões de importância política, teórica e de pesquisa, as quais sejam de interesse dos leitores do Interface;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Entrevistas e discussões (8 a 12 mil palavras): são diálogos com pessoas que, seja pelas barreiras educacionais ou pelo ativismo e trabalho nos movimentos, muitas vezes não se encontram em condições de escrever artigos formais, ou não se interessam em fazê-los, mas que apresentam experiências, práticas e reflexões valiosas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Notas sobre ações e práticas (1 a 3 mil palavras): são textos breves que relatam um tipo particular de ação dos movimentos sociais e de práticas de ativismos que podem ser muito relevantes para o uso daqueles que trabalham em outros movimentos e contextos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Notas de pesquisa e ensino (1 a 3 mil palavras): são notas breves que relatam um tipo particular de prática de pesquisa ou educacional com movimentos sociais que podem ser importantes para outros que trabalham nesta área;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·       Documentos e Análise de Eventos (4 a 6 mil palavras): são publicações de documentos importantes produzidos por movimentos sociais e análises de eventos significativos para as temáticas deste periódico, e que podem ser de interesse de uma grande parcela de leitores deste periódico.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros tipos de submissão podem ser adicionados a esta categoria.
 
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Regras para formatação e submissão de artigos
&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 
Submissões para Interface devem incluir o seguinte:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1.    uma cópia de seu artigo, incluindo título, resumo (um sumário de mais ou menos 200 palavras) e bibliografia (veja abaixo para detalhamento). Se você estiver submetendo seu artigo para o processo de revisão por pares (peer-review), esta cópia deve ser anônima e você deverá incluir uma folha separada com seu nome e título do artigo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2.    uma curta biografia (250 palavras ou menos), contendo sua afiliação institucional mais importante (uma ativista e/ou uma acadêmica) e seu endereço eletrônico.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3.    uma carta declarando que o artigo não foi submetido para publicação em outro veículo e não será submetido em outro periódico até a decisão final do conselho do Interface.
Submissões são normalmente feitas através de correio eletrônico e em formato .rtf, recurso que pode ser encontrado na maioria dos editores de textos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Texto
&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por favor, submeta seu artigo como um arquivo .rft, em fonte tamanho 12, com 3 cm de margens em todos os quatro lados da página. O artigo deve ser formatado em espaço duplo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em caso de língua inglesa: escrever na forma do inglês (exemplo Britânico, Americano ou internacional) mais familiar para você; por favor, tenha certeza que você está seguindo as convenções que escolheu (tais como no caso de língua inglesa, -ise ou -ize, sistema de datas e etc.) de forma consistente.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por favor, evite ataques pessoais, palavras de ódio de todos os tipos (por exemplo, linguagens racistas ou sexistas) e sectarismos.
 
 
&lt;u&gt;Cabeçalho
&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somente a primeira letra e os nomes próprios devem estar em maiúsculo
 
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Este é um exemplo de Subtítulo de primeiro nível
&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 
Subtítulos de primeiro nível devem estar alinhados à esquerda em linha separada. A primeira linha do texto seguinte também deverá estar alinhada a esquerda.  
 
&lt;strong&gt;Este é um exemplo de Subtítulo de segundo nível
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Subtítulos de segundo nível devem estar alinhados à esquerda em linha separada. A primeira linha do texto seguinte também deverá estar alinhada a esquerda.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Referências Bibliográficas
&lt;/u&gt;
A proposta das referências bibliográficas é colaborar com os leitores que desejam acompanhar idéias particulares, questões e experiências históricas que você tenha feito referências em seu texto. As referências devem ser listadas em ordem alfabética no final do texto. Autores devem utilizar o Harvard System no qual os nomes dos autores (não iniciais) e as datas são colocadas no corpo do texto com especificação de páginas indicadas somente no caso de citações literais entre aspas (ex. Linton and Moisley 1960, 29).
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplos de Referências
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Artigos&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Barnett, Rosalind C. 1994. "Home-to-Work Spillover Revisited: A Study of Full-Time Employed Women in Dual-Earner Couples." Journal of Marriage and the Family 56: 647-56.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Livros&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Appelbaum, Eileen and Rosemary Batt 1994. The New American Workplace. Ithaca, NY: Industrial and Labor Relations Press.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Capítulos de Livros
&lt;/u&gt;England, Paula and Lori McCreary. 1987b. "Gender Inequality in Paid Employment."Pp. 286-320 in Analyzing Gender: A Handbook of Social Science Research, edited by Beth B. Hess and Myra Marx Ferree. Newbury Park, CA: Sage.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Outras formas de publicação
&lt;/u&gt;Quando tiver dúvida inclua todos os detalhes bibliográficos. O lugar de publicação deve sempre ser informado no caso de referências de livros.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Web Sites e Páginas da rede mundial de computadores
&lt;/u&gt;Deve ser informadas o título completo da página na web. Web site URLs devem ser citadas no final de uma citação para fontes on line como a seguir: ex.: &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2008/03/interface-guidelines-for-contributors.html"&gt;http://www.interfacejournal.net/2008/03/interface-guidelines-for-contributors.html&lt;/a&gt; (Acesso em: 16/02/2009).
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros Materiais
&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;Figuras&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Imagem e ilustrações devem transmitir as idéias que se pretende de forma eficiente ou devem aperfeiçoar o próprio texto
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Figuras devem ser legíveis, concisas e referidas no texto. Todas as figuras devem ser em formato digital (jpeg ou tiff para imagens).
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Fotografias e Ilustrações
&lt;/u&gt;Versões branco e preto ou coloridas de todas as fotografias e ilustrações devem ser submetidas como arquivo eletrônico com resolução não menos que 600 dpi. É responsabilidade do autor a obtenção das permissões necessárias e indicação da autoria em destaque.TabelasTabelas devem ser digitadas em espaço duplo, usando o mínimo possível de formatação nas linhas horizontais e nenhuma nas linhas verticais. Elas devem ser numeradas consecutivamente utilizando numerais arábicos (tabela 4, etc). Títulos devem ser concisos, no entanto bem informativos. Existindo decimais pode-se incluir zeros nas tabelas, como 0, 1273.
 &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-642647135911660245?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/642647135911660245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/642647135911660245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/03/instrucoes-para-potenciais.html' title='Instruções para potenciais colaboradores'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-6311193776088472021</id><published>2009-02-21T22:34:00.007Z</published><updated>2009-03-04T10:54:10.219Z</updated><title type='text'>Interface número um</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Editorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Laurence Cox / Cristina Flesher Fominaya, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Movement knowledge.What do we know, how do we create knowledge and what do we do with it?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/issue-one-editorial-movement-knowledge.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/editorial.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Artigos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Mayo Fuster Morell,&lt;br&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Action research: mapping the nexus of research and political action. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/activist-research-methodologies_9685.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Fuster.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Budd L Hall,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A river of life: learning and environmental social movements. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/river-of-life-learning-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Hall.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Sandra Maria Gadelha de Carvalho / José Ernandi Mendes,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Extensão universitária: compromisso social, resistência e produção de conhecimentos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/extenso-universitaria-compromisso.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/MendesCarvalho.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Ilse Scherer-Warren,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Redes para a (re)territorialização de espaços de conflito: os casos do MST e MTST no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/redes-para-reterritorializao-de-espaos.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/SchererWarren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Antonio Pedro Dores,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;
Movimentos sociais existem?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/movimentos-sociais-existem.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Dores.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;
Notas operacionais, notas para formação e ensino, notas de pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Michael Duckett,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Wor diary”: a case of DIY alternative history (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/wor-diary-case-of-diy-alternative.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Duckett.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Süreyyya Evren&lt;/span&gt;,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alternative publishing experiences in Istanbul (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/alternative-publishing-experiences-in.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Evren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Caspar Davis,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Creative democracy: wisdom councils at work (nota operacional). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/creative-democracy-wisdom-councils-at.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Davis.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Alejandrina Reyes,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;La sistematización de experiencias y la vision emergente en el hecho educativo (nota para formação e ensino)&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/venezuelan-intervention.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Reyes.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Recensões críticas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
David Landy,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The mirror stage of movement intellectuals? Jewish criticism of Israel and its relationship to a developing social movement (review essay). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/mirror-stage-of-movement-intellectuals.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Landy.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Fergal Finnegan,&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Janet Conway, Praxis and politics(book review).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/book-review-janet-conway-praxis-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Finnegan.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Assuntos gerais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Proposta de colaboração, edição número dois&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/02/call-for-papers-sociedade-civil-vs.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/CFP.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Lista de &lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html"&gt;contactos editoriais&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Lista de &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/some-of-our-advisors-and-editors.html"&gt;participantes no colectivo editorial&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Buscamos &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/new-participants-welcome.html"&gt;novos colaboradores&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Buscamos&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/looking-for-it-activist-allies.html"&gt;novos colaboradores na área&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-6311193776088472021?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/6311193776088472021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/6311193776088472021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/02/interface-numero-uno.html' title='Interface número um'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-8536216696554990818</id><published>2009-02-21T22:27:00.001Z</published><updated>2009-02-21T22:31:26.556Z</updated><title type='text'>Call for papers: Sociedade Civil vs Movimentos Sociais</title><content type='html'>&lt;p&gt;Interface é uma nova webzine produzida duas vezes ao ano por activistas e académicos de todo o mundo em resposta ao desenvolvimento e visibilidade crescente dos movimentos sociais nos últimos anos, assim como a imensa quantidade e qualidade de onhecimento gerado neste processo. Este conhecimento tem sido cirado através do globo, numa variedade de formas e contextos, e constitui muito valioso para o continuo desenvolvimento dos movimentos sociais. Interface foi criada em resposta a nessa necessidade como um instrument que visa ajudar os movimentos sociais a aprender reciprocamente com as suas causas e lutas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Interface é um forum que reune activistas de diversos movimentos e vários países, pesquisadores que trabalham com movimentos sociais e académicos progressistas de váarias nacionalidades, línguas e culturas, com vista a contribuir para a produção de conhecimentos que possa ajudar a ganhar uma percepção recíproca e aprofundada entre movimentos sociais com causas diversas, que atravesse as fronteiras entre continentes e culturas, assim como entre tradições teóricas e disciplinares Interface To this end, Interface tem como objective desenvolver conhecimento e análises que permitam que se traduza a experiência e processos de movimentos específicos de forma a que se tornem úteis para outros movimentos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidamos potenciais colaboradores a enviar trabalhos de pesquisa formal (qualitativa e quantitative), assim como textos sobre aspectos prácticos do funcionamento de movimentos sociais. Esperamos receber contribuições de participantes de movimentos sociais e académicos que trabalhem com teoria e pesquisa relevantes para os movimentos. O nosso objectivo é incluir material que possa ser usado de várias formas pelos movimentos em termos de conteúdo, linguagem, forma e objectivo.

Contamos receber trabalhos em vários formatos, tal como artigos académicos convencionais, ensaios, debates e entrevistas, notas de acção, notas de ensino, documentos-chave, análises de eventos ou processos, entre outros (ver intruções para colaboradores). Os artigos convencionais são revistos por activistas e académicos. As outras categorias de artigos são revistas quer por académicos, quer por activistas, dependendo do assunto e da actividade d@ autor@. O processo editorial é feito de forma a auxiliar @s autor@s a encontrar as melhores formas de apresentar o seu trabalho de forma a que seja compreendido para além de fronteiras geográficas, sociais e políticas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nosso primeiro número, publicado em Janeiro de 2009, teve como tema “a produção de conhecimento por e sobre movimentos sociais: O que sabemos, como criamos conhecimento, o que fazemos com ele e como o podemos usar para fazer a diferença nas lutas dos movimentos sociais e na criação de um mundo diferente e melhor.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nosso segundo número, que sera publicado em Setembro de 2009, terá um espaço para artigos sobre vários aspectos da teoria e práacticas dos movimentos sociais, assim como uma secção temática sobre “Sociedade Civil versus Movimentos Sociais”. Este título refere-se à tensão crescente entre versões oficilmente sancionadas de participação popular na política, cujo objectivo é a mobilização de consentimento em relação à ordem neo-liberal – o mundo da consulta e da participação, ONGs e parcerias entre a esfera pública e a privada – e o mundo menos “bem educado” das tentativas de grupos sociais de participarem na política nos seus próprios termose com o objectivo de promover os seus propósitos – movimentos sociais, protesto popular, acção directa, etc. Ao fazer esta distinção, assumimos que as organizações da sociedade civil e os movimentos sociais têm prácticas e relações complexas e muitas vezes contraditórias, que muitas vezes fazem com que a distinção entre estas duas categorias de fenómenos sociais se torne dúbia, criando assim formas de acção colectiva que ultrapassam estes conceitos. Um dos objectivos desta edição de “Interface” é evitar colocar um colete de forces nas análises e reflecções dos nossos colaboradores sobre diferentes formas de participação, abrindo um espaço para discussão e pesnamento estratégico entre activistas, participantes de movimentos sociais e pesquisadores trabalhando em diferentes contextos e vivendo experiências diversas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tipo de questões e experiências que queremos explorar no Segundo número incluem (mas não estão limitadas) a:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Até que ponto é que os movimentos sociais e as organizações da sociedade civil coexistem de forma conflitual e antagónica?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Em que circunstâncias é que esta relação se torna construtiva para as lutas populares e a promoção da justiça social?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O que podem experiências específicas destas formas de participação nos revelar sobre as possibilidades e limites que estas encerram para o desenvolvimento e fortalecimento da resistência popular ao neoliberalismo?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- De que forma podemos desenvolver teorias e prácticas que desmintam a noção muitas vezes idealista de que as ONGs são actors que sempre promovem a justiça social?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Como podemos ultrapassar a crítica frequentemente simplista de que as ONGs são “cavalos de Troia” do neoliberalismo?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O que podem as experiências de trabalhadores e participantes de organizações da sociedade civil nos revelar acerca da natureza da dominação e resistência?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O prazo para o recebimento de manuscritos para o Segundo número é 15 de Maio de 2009. Por favor, contacte @ editor@ relativ@ á sua area goegráfica e/ou grupo linguístico se pretende apresentar um artigo. Poderá acessar mais informações sobre a revista em http://www.interfacejournal.net/ .
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Interface é uma revista multilingue: de momento, podemos aceitar e rever artigos em Português, Catalão, Dinamarquês, Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Maltês, Norueguês, Castelhano e Sueco. Estamos dispostos a procurar revisores para artigos noutras línguas, mas não o podemos garantir nesta fase de desenvolvimento da nossa revista.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos muito interessaos em incluir como novos colaboradores activistas ou académicos que estejam interessados em fazer parte da equipe editorial da Interface, em particular nos grupos regionais da África, Ásia do Sul, América de lingua Espanhola, Europa Central e de Leste, Bacia Mediterrânica, Oceania e América do Norte. Se tiver interesse em juntar-se a nós, por favor contacte @s editor@s realtivos á sua area geográfica/linguistica, cujos contactos poderá encontrar no seguinte endereço: &lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html"&gt;http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-8536216696554990818?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/8536216696554990818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/8536216696554990818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/02/call-for-papers-sociedade-civil-vs.html' title='Call for papers: Sociedade Civil vs Movimentos Sociais'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-3043595971778956686</id><published>2009-02-21T22:22:00.001Z</published><updated>2009-02-21T22:23:28.959Z</updated><title type='text'>Interface número 1</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Editorial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Laurence Cox / Cristina Flesher Fominaya, &lt;br&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;
Movement knowledge.What do we know, how do we create knowledge and what do we do with it?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/issue-one-editorial-movement-knowledge.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/editorial.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Articles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Mayo Fuster Morell,&lt;br&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;
Action research: mapping the nexus of research and political action. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/activist-research-methodologies_9685.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Fuster.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Budd L Hall,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;A river of life: learning and environmental social movements. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/river-of-life-learning-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Hall.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Sandra Maria Gadelha de Carvalho / José Ernandi Mendes,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Extensão universitária: compromisso social, resistência e produção de conhecimentos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/extenso-universitaria-compromisso.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/MendesCarvalho.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Ilse Scherer-Warren,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Redes para a (re)territorialização de espaços de conflito: os casos do MST e MTST no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/redes-para-reterritorializao-de-espaos.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/SchererWarren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Antonio Pedro Dores,&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;br&gt;
Movimentos sociais existem?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/movimentos-sociais-existem.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Dores.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Action / teaching / research notes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Michael Duckett,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;“Wor diary”: a case of DIY alternative history (action note). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/wor-diary-case-of-diy-alternative.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Duckett.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Süreyyya Evren&lt;/span&gt;,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Alternative publishing experiences in Istanbul (action note). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/alternative-publishing-experiences-in.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Evren.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Caspar Davis,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Creative democracy: wisdom councils at work (action note). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/creative-democracy-wisdom-councils-at.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Davis.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Alejandrina Reyes,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;La sistematización de experiencias y la vision emergente en el hecho educativo (teaching / research note)&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/venezuelan-intervention.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Reyes.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Reviews&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
David Landy,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;The mirror stage of movement intellectuals? Jewish criticism of Israel and its relationship to a developing social movement (review essay). &lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/mirror-stage-of-movement-intellectuals.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Landy.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Fergal Finnegan,&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Janet Conway, Praxis and politics(book review).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/book-review-janet-conway-praxis-and.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/Finnegan.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;General material&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Call for papers, issue two.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/call-for-papers-civil-society-vs-social.html"&gt;HTML&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://groups.google.com/group/interface-articles/web/CFP.pdf"&gt;PDF&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
List of &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2008/03/editorial-contacts.html"&gt;editorial contacts&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
List of &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/some-of-our-advisors-and-editors.html"&gt;journal participants&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Call for &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/new-participants-welcome.html"&gt;new participants&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Call for &lt;a href="http://www.interfacejournal.net/2009/01/looking-for-it-activist-allies.html"&gt;IT /activist allies&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-3043595971778956686?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3043595971778956686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3043595971778956686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2009/02/interface-numero-1.html' title='Interface número 1'/><author><name>Laurence</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07577952285827898719</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-3221278319166266825</id><published>2008-06-18T13:41:00.003+01:00</published><updated>2008-06-18T13:46:19.385+01:00</updated><title type='text'>Call for Papers: Número 1, " A Produção de Conhecimento sobre e por Movimentos Sociais"</title><content type='html'>&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;a href="http://interfaceportuguese.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; é uma nova revista &lt;i style=""&gt;online &lt;/i&gt;dinamizada por activistas e académicos de todo o  mundo em resposta ao desenvolvimento e crescente visibilidade dos movimentos sociais nos últimos anos e a imensa quantidade de conhecimento gerado nesse processo. Este é criado em todas as partes do globo, em diversos contextos e de uma variedade de formas, constituindo um recurso valioso para o desenvolvimento futuro dos movimentos sociais. &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; procura responder a esta necessidade, como um instrumento para ajudar os movimentos na aprendizagem com as lutas de outro/as.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; é um fórum que congrega activistas de diversos paises e movimentos, investigadores na área dos movimentos sociais, académicos progressistas de diferentes proveniências com vista a contribuir para a produção de conhecimento que permita o aprofundamento da compreensão, numa lógica que atravessa movimentos e temáticas, continentes e culturas, tradições teóricas e disciplinares. Com este propósito, a Interface  visa desenvolver análises e conhecimento que permita retirar lições de processos e  experiências específicas que se possam traduzir de forma útil para outros movimentos sociais. Neste processo, o nosso objectivo é incluir material que possa ser utilizado das mais diversas formas pelos movimentos -- em termos de conteúdo, linguagem, objectivo e forma.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Estamos à procura de contribuições para o primeiro número da  &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; e estamos receptivos a contribuições de activistas e académicos sobre teoria e investigação relevante para o estudo dos movimentos sociais.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O tema do primeiro número, que será publicado a 15 de Janeiro de 2009, intitula-se "A Produção de Conhecimento sobre e por Movimentos Sociais": como criamos conhecimento como académicos, activistas ou praticantes da investigação-acção, o que fazemos com ele e como este pode fazer a diferença nas lutas dos movimentos sociais e &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;na criação de um mundo diferente e melhor. Convidamos à apresentação de artigos teóricos ou resultantes de pesquisa qualitativa, quantitativa ou de metodologia mista sobre o assunto. Estamos abertos a receber e a publicar artigos num amplo leque de formatos, desde artigos convencionais, ensaios, facilitação de discussões e entrevistas, notas de campo, apontamentos de ensino, análise de documentos relevantes, resenhas de livros – e muito mais.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;De forma a concretizar o nosso propósito, as contribuições recebidas serão avaliadas por um painel composto por académicos e activistas. A dinâmica do processo editorial será orientada no sentido de auxiliarem os autores a exprimirem os seus pontos de vista de uma forma clara, sistemática mas acessível a um público diversificado, de modo a que possamos todos ser ouvidos para além das barreiras geográficas, sociais e políticas.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O prazo para o envio de contributos para  o primeiro número é o dia 1 de Setembro de 2008.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Normal1" style="margin: 5pt 0in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Se tenciona submeter um artigo, por favor contacte a editora de Língua Portuguesa, Ana Margarida Esteves (E-mail: &lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-3221278319166266825?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3221278319166266825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/3221278319166266825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/06/call-for-papers-nmero-1-produo-de.html' title='Call for Papers: Número 1, &quot; A Produção de Conhecimento sobre e por Movimentos Sociais&quot;'/><author><name>Doug</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_zIk0Khi6cQ0/SZVwx_w8pHI/AAAAAAAABCU/v5hCqivtsGI/S220/s557801960_1850448_1864.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-6752910076993391286</id><published>2008-05-20T22:35:00.011+01:00</published><updated>2009-12-15T21:40:07.916Z</updated><title type='text'>Contactos Editoriais</title><content type='html'>&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%" lang="PT"&gt;&lt;/span&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Por favor, tenha em conta a sua área geográfica de residência para obter informações detalhadas sobre o editor que lhe corresponde, mais abaixo. Questões mais gerais sobre a revista devem ser dirigidas a Ana Margarida Esteves através do email &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;, a Cristina Flesher Fominaya através do email &lt;a href="mailto:cristinaflesher@gmail.com"&gt;cristinaflesher@gmail.com&lt;/a&gt; ou a Laurence Cox através do email &lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;.
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;O grupo editorial da revista tem capacidades limitadas tanto ao nível das línguas como ao nível das capacidades de tradução. Actualmente aceitamos contribuições em inglês, francês, espanhol, português, alemão e italiano. Estamos interessados em expandir as nossas capacidades para aceitar outras línguas, em especial o chinês, o árabe e o indonésio.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Para além de tradução, procuramos mais investigadores activistas, mais centrados em movimentos sociais ou mais centrados em universidades, para apoiar a revista (como editores regionais e membros das diversas comissões regionais de consulta). Se pensa que pode participar em qualquer destas tarefas, por favor, contacte a pessoa indicada no seu caso, conforme a lista seguinte:
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos na América Central e do Sul&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em espanhol para Sara Motta(&lt;a href="mailto:saracatherinem@googlemail.com"&gt;saracatherinem@googlemail.com&lt;/a&gt;) e em português para Ana Margarida Esteves (&lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;).
&lt;/p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos na Europa de Leste&lt;/strong&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em inglês e alemão para Steffen Böhm (&lt;a href="mailto:sgboehm@gmail.com"&gt;sgboehm@gmail.com&lt;/a&gt;). Procuramos outro editor regional nesta área.
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos na América do Norte &lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em inglês para Doug Tarnopol (&lt;a href="mailto:tarnopol@cox.net"&gt;tarnopol@cox.net&lt;/a&gt;).
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos no Sul da Ásia&lt;/strong&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em inglês para Alf Nilsen (&lt;a href="mailto:Alf.Nilsen@nottingham.ac.uk"&gt;Alf.Nilsen@nottingham.ac.uk&lt;/a&gt;). Procuramos outro editor regional nesta área.
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos no Sudeste asiático e na Oceania &lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em inglês para Elizabeth Humphrys (&lt;a href="mailto:lizhumphrys@gmail.com"&gt;lizhumphrys@gmail.com&lt;/a&gt;), em espanhol para Cristina Flesher Fominaya (&lt;a href="mailto:cristinaflesher@gmail.com"&gt;cristinaflesher@gmail.com&lt;/a&gt;) e em português para Ana Margarida Esteves (&lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;). &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos na Europa Ocidental &lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos:
em inglês para Laurence Cox (&lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;) ou Cristina Flesher Fominaya (&lt;a href="mailto:cristinaflesher@gmail.com"&gt;cristinaflesher@gmail.com&lt;/a&gt;)
em francês ou italiano para Laurence Cox (&lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;)
em alemão para Steffen Böhm (&lt;a href="mailto:sgboehm@gmail.com"&gt;sgboehm@gmail.com&lt;/a&gt;) ou Laurence Cox ( &lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;)
em português para Ana Margarida Esteves (&lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;)
em espanhol para Cristina Flesher Fominaya (&lt;a href="mailto:cristinaflesher@gmail.com"&gt;cristinaflesher@gmail.com&lt;/a&gt;)
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos globais &lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Por favor, submeta artigos em inglês, francês, italiano ou alemão para Laurence Cox (&lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;) ou em inglês ou espanhol para Cristina Flesher Fominaya (&lt;a href="mailto:cristinaflesher@gmail.com"&gt;cristinaflesher@gmail.com&lt;/a&gt;).
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;Movimentos em África, no mundo árabe, no Extremo Oriente, na Ásia central e noutras regiões &lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;Esperamos expandir as nossas capacidades intelectuais e linguísticas de modo a incluir todas estas regiões, mas de momento não temos competências editoriais suficientes para fazer a revisão de artigos sobre movimentos de tais regiões. Declarações de interesse de potenciais editores regionais para ajudar a reunir subgrupos regionais de académicos e activistas para fazer revisão de artigos sobre movimentos em quaisquer destas regiões serão muito bem acolhidas. Junte-se ao nosso &lt;a href="http://groups.google.com/group/globaljournalproject?hl=en-GB"&gt;Google group&lt;/a&gt; ou contacte pelo email (&lt;a href="mailto:laurence.cox@nuim.ie"&gt;laurence.cox@nuim.ie&lt;/a&gt;).&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-6752910076993391286?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/6752910076993391286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/6752910076993391286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/05/contactos-editoriais.html' title='Contactos Editoriais'/><author><name>Doug</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_zIk0Khi6cQ0/SZVwx_w8pHI/AAAAAAAABCU/v5hCqivtsGI/S220/s557801960_1850448_1864.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-4988636741284369077</id><published>2008-03-19T23:00:00.000Z</published><updated>2008-03-19T13:56:27.481Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Visão&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
O desenvolvimento e a crescente visibilidade dos movimentos sociais nos últimos anos têm mostrado a capacidade que estes movimentos têm de gerar conhecimento. Este conhecimento é gerado através do globo, numa grande e rica variedade de formas e de contextos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nós somos um grupo, oriundo de vários países, composto por:
&lt;blockquote&gt;
* activistas de vários movimentos;&lt;br&gt;
* investigadores trabalhando com movimentos sociais;&lt;br&gt;
* académicos progressistas.
&lt;/blockquote&gt;
Estamos envolvidos em vários projectos de apoio ao desenvolvimento dos diversos processos de geração de conhecimento por parte de movimentos sociais. Através deste trabalho reconhecemos o quanto temos a aprender uns com os outros, seja através das experiências específicas de cada movimento, ou das linguagens desenvolvidas dentro ou em torno dos vários movimentos sociais em vários lugares e épocas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O objectivo desta revista é a de fomentar a aprendizagem recíproca a partir das actividades e lutas políticas dos movimentos sociais, atravessando:
&lt;blockquote&gt;
* movimentos, as suas ideias e seus objectivos;&lt;br&gt;
* continentes e culturas;&lt;br&gt;
* diferentes tradições teóricas e disciplinares.
&lt;/blockquote&gt;
Esta publicação será um espaço de reflexão, teorização e partilha de ideias e experiências entre movimentos sociais, com o objectivo de reforçar as suas estratégias, capacidade de mobilização e de influência política. Tem como objectivo promover a análise social, económica e política, assim como a troca de conhecimentos, por parte de participantes de movimentos sociais e investigadores que desenvolvem pesquisa e teoria que sejam relevantes para os mesmos. Esta revista procura incluir material que seja usado de forma concreta no dia-a-dia dos movimentos sociais. Tal material será usável nas actividades dos movimentos sociais devido não só ao seu conteúdo e objectivos, mas também ao teor da sua linguagem. Esperamos que este processo permita o intercâmbio e a aprendizagem de ideias e estratégias utilizáveis genericamente a partir dos processos e experiências específicos dos vários movimentos sociais. Esperamos que também permita a tradução de conhecimento entre movimentos e através dos diferentes contextos nos quais estes operam. Os movimentos sociais sempre geraram conhecimento, quer no seu funcionamento interno, quer em aliança com outros movimentos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gostaríamos de continuar a rica tradição já estabelecida por vários activistas, investigadores e académicos. O objectivo desta revista é o de reforçar e complementar os processos já existentes, sem se substituir a nenhum deles. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Estrutura&lt;/b&gt;: &lt;br&gt;
A nossa visão é a de desenvolver uma revista temática onde activistas e investigadores partilhem, comentem e enriqueçam reciprocamente o seu trabalho, como parte do processo de tradução de conhecimentos que propomos desenvolver. Procuraremos incluir não só pesquisa formal (qualitativa e quantitativa), mas também escritos de teor prático sobre vários aspectos dos movimentos sociais. Procuramos escritos em vários formatos, adaptados ás diferentes vozes que queiras se expressar nesta publicação. Estes podem incluir, a título de exemplo: 
&lt;blockquote&gt;
* artigos convencionais &lt;br&gt;
* ensaios críticos sobre outras publicações&lt;br&gt;
* discussões e entrevistas&lt;br&gt;
* notas sobre estratégia e acção&lt;br&gt;
* documentos e comunicações&lt;br&gt;
* … entre outros.
&lt;/blockquote&gt;
O nosso foco durante o processo de edição será o de realçar a qualidade dos conhecimentos formulados pelos movimentos sociais e promover a sua partilha entre movimentos. Procuraremos auxiliar @s autor@s a encontrar formas de expressar a sua visão, de forma a que tod@s se façam entender através de fronteiras geográficas, sociais, culturais e políticas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esta revista será publicada na Internet de forma gratuita e em várias línguas (incluindo o Português, o Inglês, o Espanhol e o Francês), de forma a torná-la o mais acessível possível. Esperamos incluir na nossa estrutura editorial vários grupos semi-autónomos, focados em diferentes regiões do globo e em diferentes línguas. Estes grupos partilharão uma visão comum e traduzirão artigos das outras regiões. No entanto, gozarão de vasta autonomia sobre a forma como desenvolverão a sua secção da revista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Junte-se a nós&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
Procuramos investigadores comprometidos socialmente, quer no âmbito de movimentos sociais, quer no da academia, que se disponham a desenvolver conhecimento sobre e para movimentos sociais e que queiram trabalhar connosco no desenvolvimento deste projecto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Também procuramos teóricos, activistas e académicos que, embora não estando interessados em fazer parte da estrutura organizativa da revista, queiram no entanto fazer parte do nosso grupo editorial e rever artigos, sugerir estratégias, etc. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estamos a fazer contactos com vista a recrutar possíveis grupos editoriais regionais, que complementem o grupo que iniciou este projecto, além de angariar fundos para tradução e apoio técnico. Todas as sugestões e ajuda serão muito bem-vindas! &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O nosso objectivo mais imediato é o de lançar o primeiro número da revista antes do final de 2008. Estamos então abertos para quem queira colaborar connosco não só na revisão de artigos e sua edição, mas também para quem queira já apresentar ideias de artigos dos vários géneros que queremos publicar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Contacto&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
Se estiver interessad@ em participar neste projecto, por favor contacte Ana Margarida Esteves, editora da secção de língua Portuguesa (E-mail: &lt;a href="mailto:Ana_Margarida_Esteves@brown.edu"&gt;Ana_Margarida_Esteves@brown.edu&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-4988636741284369077?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/4988636741284369077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/4988636741284369077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/02/viso-o-desenvolvimento-e-crescente.html' title=''/><author><name>rkm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://bp2.blogger.com/_WWYveRtoZBA/R7bC0vyoWOI/AAAAAAAAAKs/fDVrGnwBsEI/S220/rkmSunShineCoast.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271310325901223474.post-8820908509632952299</id><published>2008-01-30T16:15:00.004Z</published><updated>2009-12-15T21:36:44.737Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a id="TOP"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#LaurenceCox"&gt;Laurence Cox&lt;/a&gt;


&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#CristinaFlesher"&gt;Cristina Flesher Fominaya&lt;/a&gt;


&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#DougTarnopol"&gt;Doug Tarnopol&lt;/a&gt;

&lt;a id="LaurenceCox"&gt;&lt;/a&gt;


&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Uma visão pessoal para o jornal&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Laurence Cox&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A minha forma de pensar sistematicamente os movimentos sociais surgiu da minha experiência pessoal, de ter crescido numa família activista, bem como de cerca de dez anos de envolvimento em vários países, levando-me a, cada vez mais, levantar questões como "o que estamos fazendo?" e "como podemos mudar as coisas para a direcção certa?" Os primeiros corpos de pensamento sobre estes assuntos com que me cruzei vieram de dentro do próprio sistema de produção de conhecimento dos movimentos sociais: apenas mais tarde percebi que poderia seguir esta mesma linha de questionamento num contexto académico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A partir daqui, este assunto tem, para mim, sido sempre sobre como gerar conhecimento relevante para os movimentos, tendo em vista uma real mudança do mundo. Esta tem sido uma parte central do meu trabalho, não só dentro do quadro da minha pesquisa e produção académica reconhecida. Na minha própria experiência, o trabalho mais frutuoso (e aquele sobre o qual mais vezes as pessoas me questionam) tem sido sob a forma de diálogo: textos escritos em conjunto; o programa de investigação PAR, que levamos a cabo na NUI Maynooth, destinado a activistas de movimentos sociais fazendo doutoramentos sob a prática dos seus próprios movimentos; várias formas de educação popular e política; a escrita e edição de diversas publicações activistas; e variadas formas de estratégia e organização de movimentos (que são, claro, estruturadas pela teoria e pelo que aprendemos com o passado e com outros contextos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Obviamente que existem diferenças entre a forma como os activistas e os académicos geram e distribuem conhecimento, ou até como um mesmo indivíduo gera e distribui conhecimento dentro do contexto activista e académico; sendo que o diálogo entre estas duas formas é particularmente importante. Daqui surge-me a noção de um jornal &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;practitioner&lt;span style="color:black;"&gt;, comparável aos existentes em campos como a educação popular ou organização comunitária, como algo fundamental: reconhecer os movimentos sociais como uma localização chave de produção de conhecimento, a par da academia, com esta a privilegiar pesquisa relevante para os movimentos, tentando sistematicamente gerar um diálogo entre os dois. Julgo ser importante sublinhar este ponto dentro do jornal (na edição) e enfatizar que tudo o que escrevi acima é o que separa este jornal de outros jornais de pesquisa de movimentos sociais já existentes em Inglês.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Enquanto activista, particularmente dentro do global "movimento dos movimentos", um problema chave que me atinge com alguma frequência é a dificuldade de comunicação entre os diferentes movimentos e as diferentes tradições teóricas; e as pressões para recair em discursos identitários, privilegiando a forma das nossas ideias sobre o seu conteúdo. Aprender com as dificuldades de cada um, e conseguir ver cada um de nós no outro, são requisitos indispensáveis para vencer; e neste contexto o papel da tradução (literalmente e metaforicamente, tal como entre diferentes linguagens teóricas) aparece como algo crucial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O terceiro aspecto que julgo ser importante é a criação de uma espécie particular de espaço institucional. É frequente os activistas dizerem-me que querem conseguir fugir de pensar apenas nos problemas imediatos, quotidianos, dos seus movimentos, e reflectir assim num nível mais amplo. Por outro lado, aos activistas pós-graduados muitas vezes parece faltar uma verdadeira comunidade intelectual que não seja apenas "jogar o jogo" de forma cínica - daqui a importância de coisas como a conferência de Manchester. A minha esperança é a de que um jornal como este possa criar um espaço mais amplo onde (alguns) activistas possam respirar, bem como uma forma de reconhecimento para (alguns) investigadores, e ser, ao mesmo tempo, gratificante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;a id="LaurenceCox" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#TOP"&gt;Ir para o cimo da página&lt;/a&gt; &lt;div style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;hr align="left" size="2" width="100%"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;a id="CristinaFlesher"&gt;&lt;/a&gt;


&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Uma visão pessoal para o jornal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Cristina Flesher Fominaya&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;

Na minha tentativa de expressar a minha visão para este jornal, tive de parar e colocar-me algumas questões: Por que razão necessitamos de outro jornal de movimentos sociais? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB"&gt;O que é que me estimula neste projecto? &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A resposta mais curta é de que este jornal pretende reforçar algo no qual acredito, comunicação entre académicos, activistas e académicos/activista. Uma reflexão mais longa produz três grandes respostas que são importantes para mim.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
A primeira tem a ver com a possibilidade de promover a comunicação entre movimentos, contextos políticos e culturais e linguagem. A minha própria consciência política nasceu de uma combinação, ou seja, a boa sorte de ter nascido de pais com uma forte crença na justiça social, bem como de ter passado uma parte significativa da minha formação vivendo em países onde a democracia não era uma opção política. A minha primeira pesquisa etnográfica teve lugar entre os partidos verdes da Espanha, durante o início da década de 90. Estudei depois os movimentos britânicos anti-estradas, e isto aumentou o meu crescente interesse nas políticas autónomas. Regressei, mais tarde, a Madrid, para desenvolver uma observação participante na rede "anti-globalização", desenvolvendo, pelo caminho, alguns projectos autónomos na Alemanha e na Itália. Aquilo que mais me tocou enquanto me movia de um movimento para o outro era o facto de que, apesar da cada vez maior comunicação entre os activistas, proporcionada pelos voos baratos, pela Internet e pelos "assaltos" a Cimeiras, as redes activistas estavam ainda muito ligadas por tradições nacionais históricas e políticas. Um destes casos deu-se no contexto da Cimeira submetida ao tema da "precariedade" em Londres: alguns activistas europeus do continente ficaram perplexos perante cartazes empunhados por activistas britânicos onde se podia ler "reclamamos flexibilidade", quando a crescente "flexibilidade" dos contratos temporários era precisamente aquilo contra que pretendiam protestar. Existiam aqui, claramente, duas diferentes interpretações do termo flexibilidade laboral neste encontro! Por isto estou entusiasmado com este jornal, um jornal que pode proporcionar um fórum onde as pessoas se envolvam num diálogo multi-cultural sobre os assuntos que as motivam a protestar e a agir, especialmente através da publicação de entrevistas e conversas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A segunda razão pela qual o jornal me entusiasma está relacionada com a ênfase da prática. Enquanto participante/investigador muito daquilo que aprendi tem a ver com a efectividade de certas metodologias e tácticas, descobertas práticas que podem ser úteis para o trabalho dos activistas. Contudo, este tipo de informação é muitas vezes inapropriado para ser incluído em artigos teóricos de cariz académico. Apesar das contribuições teóricas serem importantes, esperamos encorajar a publicação de contribuições que consigam fazer passar esse conhecimento mais terra a terra que é gerado nos movimentos e ajudar também a partilhar alguma da sua riqueza prática.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
A terceira destas razões deriva da minha experiência na academia. Existem excelentes jornais de movimentos sociais disponíveis e tenho aprendido imenso a partir da leitura de artigos escritos por experientes e proeminentes académicos de movimentos sociais. Contudo, penso que a trabalhos que possam oferecer um olhar fresco sobre as teorias estabelecidas é muitas vezes difícil encontrar uma saída. Adorava ver trabalhos frescos e não-ortodoxos a encontrar o seu caminho nas ciber-páginas deste jornal, e espero que possamos encorajar pessoas que estejam a participar em movimentos a enviar textos sobre esses mesmos movimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a id="CristinaFlesher" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#TOP"&gt;Ir para o cimo da página&lt;/a&gt; &lt;div style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;hr align="left" size="2" width="100%"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Uma visão pessoal para o jornal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;


&lt;a id="DougTarnopol"&gt;&lt;/a&gt;


&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Doug Tarnopol&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;


Contrariamente aos outros editores, não sou nem académico nem activista...pelo menos como definiria esses termos. Tenho um passado na história e sociologia da ciência (MA, University of Pennsylvania, 1996; AB, &lt;i&gt;magna cum laude&lt;/i&gt;, Cornell University, 1992); estudei a história da biologia e teoria evolucionária no século XX. Politicamente, sou minimamente activo, mas sem chegar perto sequer de ser um activista. Sou membro da IWW; sou blogger; e alvo ocasional de gás pimenta. Actualmente sou editor - tal como designer, tutor, gestor de projecto e escritor de ficção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Desde há algum tempo tenho vindo a tentar ligar-me a académicos, intelectuais, organizadores e verdadeiros activistas. Sem a organização das massas, as forças do capital e do poder não poderão ser postas &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em causa. Creio"&gt;em causa. Creio&lt;/st1:personname&gt; que este desejo de ultrapassar a alienação e atomização impostas é o que alimenta o meu entusiasmo sobre o Interface. Imagino que não vá estar sozinho neste entusiasmo. Não se trata de outro jornal académico. O objectivo deste exercício é o de fortalecer os laços entre pessoas de variados historiais que se encontram unidas num desejo comum: o de mobilizar as pessoas contra as estruturas do poder. Do meu ponto de vista, esta é a única esperança de sobrevivência do Homem enquanto espécie.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O enfoque do &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; está na "produção e distribuição de conhecimento," ou, colocando de outra maneira, almeja ser um fórum no qual gente com experiências diversas possam partilhar ideias, estratégias e tácticas. As barreiras da linguagem, do jargão e até da geografia vão, para o bem de todos, ser ultrapassadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Como já mencionei, estudei a história da biologia evolucionária no século XX. Esse estudo rapidamente me levou aos biologistas britânicos de esquerda da primeira metade do século - nomes como J.B.S. Haldane, Julian Huxley, Lancelot Hogben, e outros. Estes cientistas dedicaram-se a levar conhecimento "ao povo" em trabalhos como &lt;i&gt;Mathematics for the Millions&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Science for the Citizen&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;The Science of Life&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; não só me recorda dos melhores aspectos desse movimento – levar conhecimento (logo, poder) às pessoas, face aos peritos "tecnocráticos"&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;– como também melhora a natureza unilateral desta anterior relação. "O povo", quer se trate de "peritos" ou não, tem muito – ou até mais – a ensinar às classes produtoras de conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Com o &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; estamos num plano da união entre teoria e prática (atrever-me-ei a utilizar o termo "praxis"?), mesmo na forma das políticas, procedimentos, produtos e participantes. Isto é algo de que todos falam mas que poucos conseguem realmente alcançar. Sinto-me orgulhoso de pertencer a esta tentativa.
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Imagino que o &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt; venha a ser um híbrido de magazine de trabalhadores fabris com um jornal académico do século XXI. Qualquer que seja a imagem que imagino, estou certo de que com o crescimento do &lt;i&gt;Interface&lt;/i&gt;, as capacidades e desejos de um cada vez maior número de pessoas irá moldar o seu desenvolvimento.
&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 18pt; BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-GB"&gt;Que é &lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;como&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt; devia ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-GB"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;a id="DougTarnopol" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5271310325901223474&amp;amp;postID=8820908509632952299#TOP"&gt;Ir para o cimo da página&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271310325901223474-8820908509632952299?l=interfaceportuguese.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/8820908509632952299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271310325901223474/posts/default/8820908509632952299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interfaceportuguese.blogspot.com/2008/04/uma-viso-pessoal-para-o-jornal-laurence.html' title=''/><author><name>Doug</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_zIk0Khi6cQ0/SZVwx_w8pHI/AAAAAAAABCU/v5hCqivtsGI/S220/s557801960_1850448_1864.jpg'/></author></entry></feed>
